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Campus Alvya
No Campus Alvya, você desenvolve projetos pessoais e competências essenciais para sua carreira.
Por meio da prática permanente de técnicas, habilidades e comportamentos, nossa tríade disciplinar, você vai se aperfeiçar nos assuntos mais relevantes enquanto estrutura, testa e evolui seus próprios projetos pessoais.
Explore disciplinas que vão te ajudar a pensar em novas possibilidades diante dos seus desafios.
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Criatividade é a capacidade de gerar ideias originais e apropriadas para algum objetivo. No Campus Alvya, a criatividade é compreendida como uma competência treinável, e não como talento inato. A disciplina desenvolve pensamento criativo aplicado por meio de imaginação estruturada, experimentação, ampliação de repertório e análise crítica, conectando intuição, conhecimento e ação. Em um cenário marcado por automação, inteligência artificial e padronização crescente, a criatividade torna-se uma das principais vantagens competitivas humanas.
Base científica da disciplina:
AMABILE, Teresa M. The social psychology of creativity: A componential conceptualization. Journal of Personality and Social Psychology, Washington, v. 45, n. 2, p. 357-376, 1983.
CSIKSZENTMIHALYI, Mihaly. Society, culture, and person: A systems view of creativity. In: STERNBERG, Robert J. (org.). The nature of creativity. Cambridge: Cambridge University Press, 1988. p. 325-339.
CSIKSZENTMIHALYI, Mihaly. Play and intrinsic rewards. Journal of Humanistic Psychology, Thousand Oaks, v. 15, n. 3, p. 41-63, 1975.
THRASH, Todd M.; ELLIOT, Andrew J. Inspiration as a psychological construct. Journal of Personality and Social Psychology, Washington, v. 84, n. 4, p. 871-889, 2003.
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A disciplina Modelos de Pensamento desenvolve a capacidade de raciocinar com rigor e flexibilidade diante de problemas complexos, ambíguos e novos, fortalecendo pensamento crítico, clareza mental e tomada de decisão. No Campus Alvya, o participante exercita na prática diferentes modos de pensar e resolver problemas, incluindo raciocínio dedutivo, indutivo e abdutivo, além de analogias e modelos explicativos usados na filosofia da ciência e na gestão baseada em evidências. O foco é elevar a qualidade do julgamento, reduzir erros de interpretação e ampliar a percepção em cenários reais de trabalho e vida.
Base científica da disciplina:
ARISTÓTELES. Metafísica. Tradução de Giovanni Reale. São Paulo: Loyola, 2002.
Barends, E., & Rousseau, D.M. (2018). Evidence-Based Management: How to use evidence to make
better organizational decisions. Kogan Page: New YorkBUCHANAN, Richard. Wicked problems in design thinking. Design Issues, v. 8, n. 2, p. 5-21, 1992.
DESCARTES, René. Discurso do método. São Paulo: Martins Fontes, 2001.
LADYMAN, James. Understanding philosophy of science. London: Routledge, 2002.
PEIRCE, Charles Sanders. Deduction, induction, and hypothesis. Popular Science Monthly, New York, v. 13, p. 470-482, 1878.
POPPER, Karl R. A lógica da pesquisa científica. São Paulo: Cultrix, 1972.
RITTEL, Horst W. J.; WEBBER, Melvin M. Dilemmas in a general theory of planning. Policy Sciences, Dordrecht, v. 4, n. 2, p. 155-169, 1973.
SIMON, Herbert A. The sciences of the artificial. Cambridge: MIT Press, 1969.
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A disciplina Novas Tecnologias explora de forma crítica e aplicada as inovações que estão transformando o mundo do trabalho, dos negócios e da sociedade, com destaque para inteligência artificial, automação, uso de dados e plataformas digitais. No Campus Alvya, tecnologia é tratada como um fenômeno sociotécnico que envolve escolhas, valores, poder e consequências de longo prazo. O objetivo é desenvolver compreensão tecnológica sólida, capaz de sustentar decisões mais conscientes, estratégicas e responsáveis.
Base científica da disciplina
BIJKER, Wiebe E.; HUGHES, Thomas P.; PINCH, Trevor J. (org.). The social construction of technological systems. Cambridge: MIT Press, 1987.
DAVID, Paul A. Clio and the economics of QWERTY. American Economic Review, Nashville, v. 75, n. 2, p. 332-337, 1985.
COLLINGRIDGE, David. The social control of technology. London: Pinter, 1980.
JASANOFF, Sheila. The idiom of co-production. In: JASANOFF, Sheila (org.). States of knowledge. London: Routledge, 2004. p. 1-12.
LATOUR, Bruno. Technology is society made durable. In: LAW, John (org.). A sociology of monsters. London: Routledge, 1991. p. 103-131.
WINNER, Langdon. Do artifacts have politics? Daedalus, Cambridge, v. 109, n. 1, p. 121-136, 1980.
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A disciplina Prospecção de Futuros desenvolve a capacidade de interpretar sinais de mudança, analisar tendências e construir cenários possíveis em contextos marcados por incerteza e complexidade. No Campus Alvya, o futuro não é tratado como previsão determinística, mas como um campo plural de possibilidades que pode ser explorado de forma estruturada e crítica. O participante exercita o pensamento estratégico e imaginativo por meio de metodologias de foresight, leitura de ambientes, identificação de incertezas críticas e análise de forças que moldam transformações sociais, tecnológicas e organizacionais.
Base científica da disciplina:
BELL, Wendell. Foundations of futures studies: Human science for a new era. New Brunswick: Transaction Publishers, 1997.
DATOR, James A. Advancing futures: Futures studies in higher education. Westport: Praeger, 2002.
GODET, Michel. From anticipation to action: A handbook of strategic prospective. Paris: UNESCO, 1994.
HELMER, Olaf. Looking forward: A guide to futures research. Beverly Hills: Sage, 1983.
INAYATULLAH, Sohail. Causal layered analysis: Poststructuralism as method. Futures, Oxford, v. 30, n. 8, p. 815-829, 1998.
KAHN, Herman; WIENER, Anthony J. The year 2000: A framework for speculation on the next thirty-three years. New York: Macmillan, 1967.
GODET, Michel. From anticipation to action: A handbook of strategic prospective. Paris: UNESCO, 1994.
LINSTONE, Harold A.; TUROFF, Murray. The Delphi method: Techniques and applications. Reading: Addison-Wesley, 1975.
SCHWARTZ, Peter. The art of the long view. New York: Doubleday, 1991.
VOROS, Joseph. A generic foresight process framework. Foresight, Bingley, v. 5, n. 3, p. 10-21, 2003.
Conecte-se com disciplinas que inspiram e cuidam das relações humanas, sociais e ambientais.
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A disciplina Sustentabilidade amplia a compreensão sobre como equilibrar resultados econômicos, impacto social e responsabilidade ambiental em um mundo marcado por limites planetários e desigualdades estruturais. No Campus Alvya, a sustentabilidade é abordada a partir da perspectiva da sustentabilidade forte, que reconhece restrições ecológicas reais e questiona modelos de crescimento baseados apenas em eficiência e compensação. O objetivo é desenvolver uma visão crítica e aplicada, capaz de orientar decisões estratégicas, projetos e modelos de negócio alinhados a valor de longo prazo.
Base científica da disciplina:
BANERJEE, Subhabrata Bobby. Corporate social responsibility: The good, the bad and the ugly. Critical Sociology, Thousand Oaks, v. 34, n. 1, p. 51-79, 2008.
BAUMGARTNER, Rupert J.; RAUTER, Romana. Strategic perspectives of corporate sustainability management to develop a sustainable organization. Journal of Cleaner Production, Amsterdam, v. 140, n. 1, p. 81-92, 2017.
DALY, Herman E. Sustentabilidade em um mundo lotado. Scientific American Brasil, São Paulo, n. 41, p. 92-99, out. 2005.
ERGENE, Seray; BANERJEE, Subhabrata Bobby; HOFFMAN, Andrew J. (Un)sustainability and organization studies: Towards a radical engagement. Organization Studies, London, v. 42, n. 8, p. 1319-1335, 2021.
KENNEDY, Sean; WHITEMAN, Gail; VAN DEN ENDE, Jan. Radical innovation for sustainability: The power of strategy and open innovation. Long Range Planning, Oxford, v. 50, n. 6, p. 712-725, 2017.
LOUREDO, Felipe; OLIVEIRA, Thais. Administração desnorteada? Uma revisão sistemática sobre a perspectiva decolonial e os estudos em organizações. Research, Society and Development, Vargem Grande Paulista, v. 11, n. 2, p. 1-15, 2022.
RADJOU, Navi; PRABHU, Jaideep. What frugal innovators do. Harvard Business Review, Boston, v. 92, n. 12, p. 98-104, dez. 2014.
RUGGERIO, Carlo A. Sustainability and sustainable development: A review of principles and definitions. Science of the Total Environment, Amsterdam, v. 786, p. 147481, 2021.
YOUNG, William; TILLEY, Fiona. Can businesses move beyond efficiency? The shift toward effectiveness and equity in the corporate sustainability debate. Business Strategy and the Environment, Chichester, v. 15, n. 6, p. 402-415, 2006.
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A disciplina Auto observação e Inteligência Relacional desenvolve a consciência pessoal e a capacidade de se relacionar de forma genuína em contextos profissionais e sociais cada vez mais complexos. No Campus Alvya, o participante aprofunda a compreensão sobre emoções, cognição e comportamento, reconhecendo padrões automáticos, vieses cognitivos e fatores emocionais que influenciam decisões, julgamentos e interações humanas. O foco está em ampliar clareza interna, qualidade do julgamento e presença relacional, competências centrais para liderança, colaboração e tomada de decisão responsável.
Base científica da disciplina:
ARIELY, Dan. Predictably irrational. New York: HarperCollins, 2008..
ARONSON, Elliot. The social animal. New York: Worth Publishers, 1972.
DAMASIO, Antonio R. Toward a neurobiology of emotion and feeling. Brain, Oxford, v. 123, n. 2, p. 419-442, 2000.
EKMAN, Paul. An argument for basic emotions. Cognition and Emotion, London, v. 6, n. 3-4, p. 169-200, 1992.
GOLEMAN, Daniel. Emotional intelligence. New York: Bantam Books, 1995.
KAHNEMAN, Daniel; TVERSKY, Amos. Judgment under uncertainty: Heuristics and biases. Science, Washington, v. 185, n. 4157, p. 1124-1131, 1974.
KAHNEMAN, Daniel; TVERSKY, Amos. Prospect theory: An analysis of decision under risk. Econometrica, New Haven, v. 47, n. 2, p. 263-291, 1979.
RACHLIN, Howard. Judgment, decision, and choice: a cognitive/behavioral synthesis. New York: W. H. Freeman and Company, 1989.
SHILLER, Robert J. Narrative economics. American Economic Review, Nashville, v. 107, n. 4, p. 967-1004, 2017.
SKINNER, Burrhus Frederic. Science and human behavior. New York: Macmillan, 1953.
THALER, Richard H. Toward a positive theory of consumer choice. Journal of Economic Behavior and Organization, Amsterdam, v. 1, n. 1, p. 39-60, 1980.
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A disciplina Liderança no Campus Alvya trata a liderança como uma prática de influência, construção coletiva e responsabilidade compartilhada, e não como posição hierárquica ou traço individual. O participante desenvolve uma visão sistêmica da liderança, aprendendo a mobilizar pessoas, alinhar propósito, coordenar esforços e tomar decisões em contextos de mudança, ambiguidade e pressão. A disciplina fortalece a capacidade de atuar em diferentes níveis organizacionais, compreendendo o papel do líder ao longo do tempo e das transições de complexidade.
Base científica da disciplina:
BASS, Bernard M. Leadership and performance beyond expectations. New York: Free Press, 1985.
BURNS, James MacGregor. Leadership. New York: Harper and Row, 1978.
CHARAN, Ram; DROTTTER, Stephen; NOEL, James. The leadership pipeline: How to build the leadership powered company. San Francisco: Jossey-Bass, 2001.
GREENLEAF, Robert K. Servant leadership. New York: Paulist Press, 1977.
HEIFETZ, Ronald A. Leadership without easy answers. Cambridge: Harvard University Press, 1994.
HILL, Linda A. Becoming a manager. Boston: Harvard Business School Press, 2003.
HILL, Linda A.; BRANDEAU, Greg; TRUELLOVE, Emily; LINEBACK, Kent. Collective genius. Harvard Business Review, Boston, v. 92, n. 6, p. 94-102, 2014.
KOTTER, John P. What leaders really do. Harvard Business Review, Boston, v. 68, n. 3, p. 103-111, 1990.
MCCLELLAND, David C. Human motivation. Glenview: Scott, Foresman and Company, 1985.
MCCLELLAND, David C.; BURNHAM, David H. Power is the great motivator. Harvard Business Review, Boston, v. 54, n. 2, p. 100-110, 1976.
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A disciplina Gestão de Talentos no Campus Alvya trata o desenvolvimento humano como um sistema organizacional deliberado, e não como atributo isolado de indivíduos ou responsabilidade exclusiva da liderança. Diferentemente da disciplina de Liderança, que foca influência, sentido e mobilização coletiva, Gestão de Talentos concentra-se no alinhamento entre capacidade humana, complexidade do trabalho e desenho organizacional. O participante aprende a estruturar ambientes em que pessoas possam desenvolver competências, assumir responsabilidades compatíveis com seu nível de maturidade e gerar performance sustentada ao longo do tempo.
Base científica da disciplina:
DRUCKER, Peter F. The coming of the new organization. Harvard Business Review, Boston, v. 66, n. 1, p. 45 53, 1988.
ERICSSON, K. Anders; KRAMPE, Ralf T.; TESCH RÖMER, Clemens. The role of deliberate practice in the acquisition of expert performance. Psychological Review, Washington, v. 100, n. 3, p. 363 406, 1993.
JAQUES, Elliott. Measurement of responsibility: A study of work, payment, and individual capacity. Cambridge: Harvard University Press, 1956.
JAQUES, Elliott; CASON, Kathryn. Human capability: A study of individual potential and its application. Falls Church: Cason Hall, 1994.
JAQUES, Elliott. Requisite organization: A total system for effective managerial organization and managerial leadership for the 21st century. Arlington: Cason Hall, 1996.
LAWLER, Edward E. Talent: Making people your competitive advantage. San Francisco: Jossey Bass, 2008.
MCCLELLAND, David C. Testing for competence rather than for intelligence. American Psychologist, Washington, v. 28, n. 1, p. 1 14, 1973.
MCGREGOR, Douglas. The human side of enterprise. New York: McGraw Hill, 1960.
PFEFFER, Jeffrey; SUTTON, Robert I. Evidence based management. Harvard Business Review, Boston, v. 84, n. 1, p. 62 74, 2006.
Transforme o mundo ao seu redor com disciplinas que te darão repertório para gerar impacto estratégico.
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A disciplina Inovação desenvolve a capacidade de transformar ideias, conhecimentos e tecnologias em soluções que geram valor econômico, social e ambiental. No Campus Alvya, a inovação é compreendida como um fenômeno sistêmico, que envolve estratégia, capacidades organizacionais, modelos de negócio, instituições e contexto histórico. O participante aprende como a inovação surge, se estrutura e se sustenta ao longo do tempo, superando a visão limitada que a reduz a criatividade isolada ou adoção pontual de tecnologia.
Base científica da disciplina:
CIRERA, X., & MALONEY, W. F. (2017). The innovation paradox: Developing-country capabilities and the unrealized promise of technological catch-up. The World Bank.
CHESBROUGH, H. The era of open innovation. MIT Sloan Management Review, Spring 2003.
FAGERBERG, J. 2004. Innovation: A guide to the Literature, in Fagerberg, J., Mowery, D., and Nelson, R (eds.) The Oxford Handbook of Innovation, Oxford University Press, Oxford, 2004, p 1- 2
PISANO, Gary P. "You need an innovation strategy." Harvard Business Review 93, no. 6 (2015): 44-54.
SCHUMPETER, J. The theory of economic development. Oxford: Oxford University Press, 1934
STILGOE, Jack; OWEN, Richard; MACNAGHTEN, Phil. Developing a framework for responsible innovation. Research Policy, v. 42, n. 9, p. 1568–1580, nov. 2013.
SCHOMBERG, R. (Ed.), 2011. Towards Responsible Research and Innovation in the Information and Communication Technologies and Security Technologies Fields. European Commission, Brussels.
TEECE, D. J. (2018). Profiting from innovation in the digital economy: Enabling technologies, standards, and licensing models in the wireless world. Research Policy.
ZAWISLAK, P. A., CHERUBINI ALVES, A., TELLO-GAMARRA, J., BARBIEUX, D., & Reichert, F. M. (2012). Innovation capability: From technology development to transaction capability. Journal of technology management & innovation, 7(2), 14-27
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A disciplina Agilidade desenvolve a capacidade de responder à mudança com rapidez, foco e colaboração em ambientes marcados por complexidade, incerteza e transformação contínua. Aqui, o participante aprende princípios que sustentam equipes autônomas, orientadas por propósito, capazes de aprender continuamente, ajustar prioridades e manter ritmo de execução mesmo diante de cenários instáveis.
Base científica da disciplina:
ANDERSON, David J. Kanban: Successful evolutionary change for your technology business. Sequim: Blue Hole Press, 2010
BECK, Kent et al. Manifesto for agile software development. 2001. Disponível em: https://agilemanifesto.org
BECK, Kent. Extreme programming explained: Embrace change. Boston: Addison-Wesley, 2000.
DENNING, Stephen. The age of agile. New York: AMACOM, 2018.
LYYTINEN, Kalle; ROSE, Gregory M.; YOO, Youngjin. Learning routines and disruptive technological change: Hyperlearning in seven software development organizations. MIS Quarterly, Minneapolis, v. 34, n. 4, p. 787-827, 2010.
MORIN, Edgar. La méthode 1: La nature de la nature. Paris: Seuil, 1977.
MORIN, Edgar. La méthode 2: La vie de la vie. Paris: Seuil, 1980.
MORIN, Edgar. La méthode 3: La connaissance de la connaissance. Paris: Seuil, 1986.
MORIN, Edgar. Introdução ao pensamento complexo. Porto Alegre: Sulina, 2005.
OHNO, Taiichi. Toyota production system: Beyond large-scale production. Portland: Productivity Press, 1988.
POPPENDIECK, Mary; POPPENDIECK, Tom. Lean software development: An agile toolkit. Boston: Addison-Wesley, 2003.
RIGBY, Darrell K.; SUTHERLAND, Jeff; TAKEUCHI, Hirotaka. Embracing agile. Harvard Business Review, Boston, v. 94, n. 5, p. 40-50, 2016.
SCHWABER, Ken. SCRUM development process. In: OOPSLA Workshop on Business Object Design and Implementation. London, 1995.
TAKEUCHI, Hirotaka; NONAKA, Ikujiro. The new new product development game. Harvard Business Review, Boston, v. 64, n. 1, p. 137-146, 1986.
UNGER, Roberto Mangabeira. The knowledge economy. London: Verso, 2019.
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A disciplina Cultura Organizacional aprofunda a compreensão da cultura como o tecido invisível que sustenta aprendizagem coletiva, identidade, integração social e continuidade histórica nas organizações. No Campus Alvya, a cultura é tratada como um sistema vivo de valores, pressupostos, símbolos e práticas que influencia diretamente resultados, inovação, engajamento e desempenho. O participante desenvolve a capacidade de compreender como culturas se formam, se reforçam e se transformam ao longo do tempo, superando abordagens superficiais que reduzem cultura a slogans ou iniciativas isoladas.
Base científica da disciplina
CAMERON, Kim S.; QUINN, Robert E. Diagnosing and changing organizational culture. San Francisco: Jossey Bass, 2011.
PISANO, G. P. (2019). The hard truth about innovative cultures. Harvard Business Review, 97(1), 62-71. https://hbr.org/2019/01/the-hard-truth-about-innovative-cultures
GROYSBERG, Boris; LEE, Jeremiah; PRICE, Jesse; CHENG, J. Yo Jud. Build a corporate culture that works. Harvard Business Review, Boston, v. 96, n. 1, p. 44-52, 2018.
HAMEL, Gary; ZANINI, Michele. It’s time to blow up HR and build something new. Harvard Business Review, Boston, v. 93, n. 7, p. 58-66, 2015.
HOFSTEDE, Geert; HOFSTEDE, Gert Jan; MINKOV, Michael. Cultures and organizations: Software of the mind. New York: McGraw Hill, 2010.
KETS DE VRIES, Manfred F. R. Organizations on the couch. San Francisco: Jossey Bass, 2004.
SCHEIN, Edgar H. Organizational culture and leadership. 4. ed. San Francisco: Jossey Bass, 2010.
SULL, Donald; SULL, Charles; ZWEIG, Ben. Toxic culture is driving the great resignation. MIT Sloan Management Review, Cambridge, v. 63, n. 2, p. 1-9, 2022.
TAYLOR, Carolyn. Walk the talk: Building a culture for success. London: Random House Business Books, 2005.
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A disciplina Empreendedorismo no Campus Alvya aborda a criação de negócios como um processo de ação sob incerteza, e não como resultado de perfis fixos ou planos preditivos. Fundamentada nos trabalhos de Schumpeter, Kirzner e Sarasvathy, a disciplina compreende o empreendedor como agente de transformação econômica, descoberta de oportunidades e criação de novos mercados. O participante desenvolve autonomia decisória, resiliência e pensamento estratégico ao aprender como empreender a partir de recursos disponíveis, experimentação, parcerias e aprendizagem contínua, lidando de forma consciente com risco e contingência.
Base científica da disciplina:
BLANK, Steve. Why the lean startup changes everything. Harvard Business Review, Boston, v. 91, n. 5, p. 63-72, maio 2013.
GARTNER, William B. Who is an entrepreneur? Is the wrong question. American Journal of Small Business, Thousand Oaks, v. 12, n. 4, p. 11-32, 1988.
KIRZNER, Israel M. Competition and entrepreneurship. Chicago: University of Chicago Press, 1973.
OSTERWALDER, Alexander; PIGNEUR, Yves. Business model generation. Hoboken: John Wiley and Sons, 2009.
RIES, Eric. The lean startup. New York: Crown Business, 2011.
ROSS, Stephen A.; WESTERFIELD, Randolph W.; JORDAN, Bradford D. Administração financeira. 10. ed. Porto Alegre: AMGH Editora, 2015.
SARASVATHY, Saras D. Causation and effectuation: Toward a theoretical shift from economic inevitability to entrepreneurial contingency. Academy of Management Review, Briarcliff Manor, v. 26, n. 2, p. 243-263, 2001.
SARASVATHY, Saras D.; DEW, Nicholas. New market creation through transformation. Journal of Evolutionary Economics, Heidelberg, v. 15, n. 5, p. 533-565, 2005.
SARASVATHY, Saras D. Effectuation: Elements of entrepreneurial expertise. Cheltenham: Edward Elgar, 2008.
SCHUMPETER, Joseph A. The theory of economic development. Cambridge: Harvard University Press, 1934.
STEVENSON, Howard H.; JARILLO, J. Carlos. A paradigm of entrepreneurship: Entrepreneurial management. Strategic Management Journal, Hoboken, v. 11, n. 5, p. 17-27, 1990.
Como ensinamos no Campus Alvya
Todas as disciplinas do Campus Alvya são ensinadas a partir de uma metodologia pedagógica autoral, testada e validada, onde o projeto do participante é o eixo da aprendizagem e do desenvolvimento. Com a ARKHYS, o participante constrói entendimento e desenvolve autonomia a partir de desafios reais e objetos concretos de estudo e implementação, em um percurso ativo.
A metodologia estrutura a experiência em cinco dimensões complementares, atuando como a arquitetura pedagógica transversal do Campus Alvya para garantir coerência, profundidade e aplicabilidade em todo o percurso.
De forma simples, nossa metodologia conecta todas as disciplinas, potencializa o seu aprendizado e facilita que os seus projetos virem realidade.
Depoimentos
Ed de Almeida Carlos, Professor de Gestão de Negócios
"Aprender com Henrique é ter acesso a debates atuais, bem estruturados e alinhados às demandas reais do mercado."
Fernando Cristino, Executivo de Negócios e Empreendedor
"A metodologia do Henrique na Campus Alvya é revolucionária. Ele consegue transferir conhecimento de modo extremamente engajador e prático, criando um ambiente onde teoria e prática se conectam instantaneamente. Cada sessão é uma oportunidade de colocar a mão na massa e ver resultados reais acontecerem."
Antonio Formoso Jr, Executivo de TI e Conselheiro
"Além do sólido domínio metodológico, o Henrique se destaca como um Nexialista. Possui capacidade de integrar e conectar conhecimentos de diversas áreas para criar soluções inovadoras. Sua competência é potencializada por sua visão de futuro, sabe onde buscar e unir o conhecimento necessário para gerar valor real."
3 passos para iniciar
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Para quem é o Campus Alvya?
Pessoas proativas
Que compreendem a instabilidade do mercado e assumem responsabilidade ativa pelo próprio desenvolvimento, buscando estruturar projetos pessoais e profissionais como forma de evoluir competências e direcionar a carreira.
Líderes contemporâneos
Que atuam em ambientes de mudança contínua e precisam desenvolver projetos de transformação, ampliando repertório conceitual e prático para orientar decisões, pessoas e organizações diante da complexidade.
Profissionais em transição
Que estão revisando sua trajetória, papel ou campo de atuação e buscam estruturar novos projetos a partir da própria experiência, transformando conhecimento acumulado em novos caminhos viáveis de atuação.
Por que é relevante para você?
“As pessoas precisam cultivar uma mentalidade de aprendizado contínuo para preservar sua relevância e empregabilidade em um panorama de rápidas transformações”
— Henrique Locatelli, fundador da Alvya
O Campus Alvya é a sua comunidade de educação contínua e desenvolvimento profissional.
Vivemos um tempo de transformações simultâneas (climáticas, tecnológicas, demográficas, geopolíticas e culturais) que exigem de cada profissional muito mais do que conhecimento técnico. Hoje, é fundamental aprender continuamente (life-long learning), aplicar conhecimento na prática e transformar aprendizado em projetos pessoais concretos, seja um novo empreendimento, uma nova carreira ou um grande objetivo profissional.
Essa constatação inspira o Campus Alvya, que integra técnicas, habilidades e comportamentos em uma metodologia ativa de ensino alinhada às competências essenciais para o presente e futuro do trabalho.
Aqui, você aprende a aprender com especialistas em inovação, participa de oficinas presenciais em São Paulo e se conecta a uma comunidade ativa de profissionais e líderes comprometidos em criar o futuro com propósito.
Essa formação contínua é relevante porque:
Desenvolve competências com alta relevância no mercado brasileiro e global.
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Sobre o fundador e instrutor do Campus Alvya
Henrique Locatelli
+20 anos de experiência, tendo liderado diretorias e superintendências de inovação, transformação digital e tecnologia em grandes empresas nacionais e multinacionais.
Experiência prática realizando projetos para mais de 40 empresas em âmbito nacional e internacional, liderando pessoas em desafios diversos de negócios.
Membro do comitê de avaliação das empresas mais ágeis do Brasil por 3 anos seguidos e vencedor da premiação em 2024, Agile Trends.
Avaliador de propostas de startups orientadas a inovação, Programa Centelha do Governo Federal do Brasil.
Mestre em formação em Gestão para a Competitividade em Inovação Corporativa e MBA em Economia Comportamental, FGV.
Professor de pós-graduação de cursos de Gestão da Inovação e Gestão de Negócios Internacionais. Especialista em Gestão da Inovação e bacharel em Design, Centro Universitário Senac.
Palestrante em instituições de ensino como USP, UnB e ESPM, além de eventos setoriais e empresas privadas, abordando temas como transformação digital, inovação, gestão, agilidade, design thinking e gamificação.
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O Campus Alvya pode ser adaptado de acordo com o desafio e a cultura da sua organização. Desenvolvemos programas que ajudam seus times a fortalecer competências essenciais para inovar e transformar. Desdobramentos possíveis:
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Desenvolvimento de lideranças e upskilling;
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Confirme o pagamento: rápido, seguro e instantâneo via Stripe.
Receba o acesso: link das aulas, grupo exclusivo e mensagem de boas-vindas.
Em menos de 3 minutos, você já estará confirmado(a) para iniciar sua jornada na segunda-feira seguinte.
Dúvidas? Fale com nossa equipe pelo WhatsApp clicando aqui ou envie um e-mail para viva@alvya.co. -
Não. O Campus Alvya foi concebido justamente para acolher pessoas em diferentes níveis de clareza. Muitos participantes iniciam sem um projeto totalmente definido ou com ideias ainda embrionárias. Ao longo da jornada, você é apoiado a identificar interesses, problemas relevantes e oportunidades concretas, estruturando gradualmente um projeto alinhado à sua trajetória profissional. O projeto não é um pré requisito, mas um resultado progressivo do processo de aprendizagem, construído com método, reflexão e prática orientada.
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A autoria dos projetos desenvolvidos no Campus Alvya é integralmente do participante, ou seja, é toda sua. O Campus oferece método, orientação, repertório e espaço de desenvolvimento, mas não se apropria de ideias, conceitos ou resultados produzidos. Cada projeto é construído a partir da experiência, das escolhas e dos objetivos do próprio participante, respeitando sua autonomia intelectual e profissional. O ambiente coletivo existe para aprendizado, troca e amadurecimento das ideias, sempre preservando a autoria individual.
Queremos que você cresça, evolua e transforme seus ideais em projetos concretos. O sucesso desse processo é também a razão de existir do Campus Alvya.
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A partir do pagamento da inscrição, você tem 7 dias para mudar de ideia e receber 100% de volta.
Depois disso? Você mantém total liberdade. Pode cancelar quando quiser, sem multas. Temos certeza que você vai querer ficar, mas a escolha é sempre sua.
O que muda: Após 7 dias, em caso de cancelamento, você mantém acesso até o fim do mês pago (sem novas cobranças). Simples e transparente: você solicita o cancelamento através do e-mail viva@alvya.co ou pelo nosso Whatsapp.
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Sim. A maior parte da experiência do Campus foi criada para funcionar plenamente online, e você pode seguir toda a jornada dessa forma.
Você terá acesso a:
Aulas ao vivo toda segunda-feira;
Grupo exclusivo no WhatsApp para trocas;
Certificados trimestrais, conforme sua presença nas aulas online.
Os encontros presenciais ampliam o networking face a face e oferecem oficinas práticas conduzidas por mentores. Esses encontros não possuem transmissão online e a sua participação é opcional.
Na prática: você pode usufruir apenas das aulas online e ao vivo, se quiser. Isso não altera o valor da assinatura.
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As aulas não são disponibilizadas para alunos em vídeo assíncrono, e isso é intencional. O Campus foi criado para que haja interações ao vivo, geração de aprendizado em tempo real e construção coletiva entre pessoas.
Em caso de faltas, você tem estas opções:
Revisar com colegas: o grupo WhatsApp é ativo. Você pode tirar dúvidas e pedir resumo do colegas.
Siga o fluxo natural das aulas: cada aula constrói sobre conceitos anteriores, mas é estruturada para que participantes novos (ou ausentes) possam acompanhar a próxima.
Aproveite os três horários disponíveis (manhã, tarde ou noite) para ajustar sua rotina e participar no momento que for melhor.
Em resumo: você não perde o ritmo. O aprendizado é contínuo, não linear.
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Participe das aulas, troque experiências e avance no seu ritmo. A cada 3 meses de presença, você conquista um certificado exclusivo, validando sua jornada de desenvolvimento criativo e profissional. Seu certificado pode ser adicionado ao currículo, publicado no LinkedIn e usado como evidência de atualização profissional.
Quer saber se está elegível?
Basta participar das aulas e interações semanais. Nós cuidamos do resto. -
Você pode consultar todas as regras através dos nossos Termos de Serviço e Política de Privacidade. No ato de adesão ao programa, você deverá ler e, se estiver de acordo, prosseguir com a assinatura do Campus Alvya.
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Não. O Campus Alvya não substitui formações acadêmicas formais, como bacharelados, pós graduações ou MBAs. Ele foi concebido para atuar como um complemento formativo transversal, aplicável a diferentes áreas do conhecimento e trajetórias profissionais.
O diferencial do Campus Alvya está na forma como o aprendizado é sistematicamente convertido em prática contínua, reflexão consciente e aplicação na vida real. Formações acadêmicas e executivas, por sua própria estrutura institucional, tendem a priorizar a organização, a transmissão e a avaliação de conhecimentos disciplinares. O Campus Alvya opera de maneira complementar, desenvolvendo capacidades meta cognitivas e práticas que sustentam a integração entre saber, ação, consciência e domínio técnico, a partir do desenvolvimento de projetos práticos.
Nesse sentido, o Campus Alvya fortalece a transferência do conhecimento para a realidade, ampliando a efetividade de qualquer formação prévia. O programa não se propõe a substituir conteúdos disciplinares, mas a desenvolver a capacidade de absorção de conhecimentos fundamentais para o futuro, pensar criticamente, agir de forma intencional e aprender continuamente, aumentando a aplicabilidade, a adaptabilidade e o impacto do que já foi aprendido ao longo da vida acadêmica e profissional.